O ferro é essencial ao bom funcionamento do organismo, pois contribui para a formação de glóbulos vermelhos.

É também o principal responsável pelo transporte do oxigénio no sangue, garantindo o normal funcionamento do nosso sistema. 

A história do ferro na medicina surge quando António Galeno começou por utilizar o ferro como laxante, embora hoje em dia seja conhecido precisamente pelo efeito contrário. Em 1745 o médico Vincenzo Menghini conseguiu provar a existência de ferro no sangue, dando-se o início à história deste mineral na saúde. No entanto, foi só em 1832 que se descobriu que era possível curar uma anemia com Sulfato de Ferro. Esta descoberta foi decisiva, uma vez que o Ferro começou a ser associado ao bem-estar físico e à saúde humana.

O principal local de absorção do ferro é o intestino delgado. Este órgão tem uma função regulatória e evita que grandes quantidades deste elemento penetrem na corrente sanguínea. Caso haja algum problema a nível do intestino, este deve ser revisto, pois irá afetar a absorção do mineral. As principais funções do Ferro na saúde verificam-se essencialmente ao nível da formação da hemoglobina e da respiração celular. É também importante em casos de fluxo menstrual abundante e hemorragias visíveis ou ocultas.

Carência de Ferro no organismo… O que quer dizer?

Quando no organismo há carência de Ferro surgem sintomas como gretas nos lábios, cabelo fraco e quebradiço. A sua deficiência também pode causar um tipo específico de anemia – anemia ferropriva. Neste tipo de anemia, a ingestão de Ferro é menor do que o mínimo necessário ao organismo para desempenhar as atividades normais.

Se a deficiência de ferro não for tratada, as consequências podem ser graves a longo prazo para a saúde. A fadiga, a pele pálida e a falta de apetite são apenas alguns dos sintomas de deficiência de ferro que podem diminuir a sua qualidade de vida e reduzir a capacidade de se concentrar e ser produtivo no trabalho.

O Ferro está presente em vários tipos de alimentos, uns de absorção mais rápida enquanto outros são mais lentos.

  • Alimentos de absorção mais rápida (ferro hémico): gema de ovo, carne vermelha e carne branca. 

  • Alimentos de absorção mais lenta (ferro não hémico): feijão, ervilhas, grão-de-bico, lentilhas, espinafres e couve. 

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